Notícias

| 08 Agosto 2018

Desde 2017 a Associação O Direito de Aprender através de um dos seus elementos é um dos oito Embaixadores nacionais da EPALE - Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa.

O papel dos embaixadores é não só contribuir com conteúdos de qualidade, mas também em disseminar a EPALE entre os seus pares, para que mais e mais pessoas possam beneficiar do que a EPALE tem para oferecer.

Pode ler no site da Plataforma da EPALE duas iniciativas da nossa Associação:

- O artigo “Uma lufada de ar lá de fora” sobre o trabalho que o Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna desenvolve nas suas instalações e no Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL) relacionado com o tema do mês de julho da EPALE – Educação em contexto prisional;

- A divulgação da Semana Aprender ao Longo da Vida 2018.

| 03 Agosto 2018

Embora amplamente consideradas como atividades de ‘não-aprendizagem’, os desportos podem ter benefícios educacionais consideráveis para os adultos. Desportos e atividades físicas levam a mudanças duradouras no cérebro, melhorando diretamente o trabalho intelectual. Podem melhorar a memória, bem como a concentração e a atenção, o que afeta diretamente o modo como as pessoas aprendem e retêm informações. Além disso, o exercício regular pode aliviar a depressão e a ansiedade, que podem ser motivo de preocupação durante a educação de adultos. Atividades e exercícios físicos também podem ser usados como método de ensino para adultos com necessidades específicas de aprendizagem.

O papel que os desportos podem desempenhar na aprendizagem de adultos, é o tema do mês de agosto na EPALE - Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa onde pode encontrar links para alguns recursos e artigos interessantes sobre o tema, enviados pela comunidade e pelas equipas nacionais da EPALE.

“Nove Investigações que mostram por que a educação precisa de desporto” é um dos artigos disponibilizados no site da EPALE que divulgamos aqui em português.

| 27 Julho 2018

O nº 19 da revista Dirigir&Formar é dedicada ao «Património Cultural», reunindo um conjunto de textos com diferentes perspetivas que pretendem promover a reflexão sobre uma temática cuja compreensão é tão importante para o aumento da consciência dos valores que fundam a nossa cidadania, especialmente nos dias que correm na Europa.

Esta edição da revista abre com uma entrevista ao Coordenador Nacional do AEPC, Professor Guilherme d’Oliveira Martins, que refere que “o património, não é o culto das coisas antigas. O património é a vida de hoje”.

Divulgamos aqui parte desta entrevista bem como parte do artigo “Um Olhar sobre a Gastronomia Enquanto Património Imaterial” incluídos nesta revista editada pelo IEFP, que é distribuída em suporte papel, mas que também está disponível online.

| 19 Julho 2018

O site da Semana ALV 2018 já está ativo e já podem registar-se nas diversas atividades, como a candidatura ao Prémio Semana ALV 2018, inscrever-se para o Encontro Semana Aprender ao Longo da Vida (do dia 22 de outubro no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa) tanto para assistir, como para apresentar uma intervenção.

E, muito importante, já podem organizar uma Atividade Local para essa semana e colocar a vossa localidade no mapa das Atividades Locais.

| 12 Julho 2018

A aprendizagem baseada em jogos tem recebido recentemente e por todo o lado muita atenção. Desde aulas de geografia baseadas em realidade virtual aos jogos de matemática em tablets, parece que os jogos estão na lista de desejos de cada formador.

Tecnologias como a realidade virtual são ferramentas tremendamente valiosas, permitindo que os jogadores fiquem totalmente imersos nas situações em que estão a aprender ou a treinar.

O Instituto do Jogo em Nova York, tem a missão de provar que os jogos e as experiências de aprendizagem baseadas nos princípios do design de jogos podem fazer exatamente isso

Divulgamos em português um artigo de Pia Heikkilä publicado na revista ELM - European Lifelong Learning Magazine

| 05 Julho 2018

 A mediana da taxa de população prisional da Europaé de 115,17 reclusos por cada 100 mil habitantes. Enquanto isso, apenas uma pequena percentagem destas pessoas tem qualificações para ingressar no ensino superior, e em muitos países a população prisional tem uma elevada taxa de abandono escolar precoce. Baixos níveis de qualificação têm um impacto negativo muito relevante na empregabilidade dos ex-reclusos após a sua libertação, o que tem sido uma das principais razões para a reincidência. É por isto que a educação/formação em competências básicas e em competências profissionais tem um papel tão importante para desempenhar na reintegração de prisioneiros.

Divulgamos no nosso site o projeto Erasmus + “IOWA” que envolve organizações da Lituânia, Bélgica, Noruega e Espanha e que têm como objetivo partilhar métodos inovadores que motivem com sucesso os reclusos a estudar. Este grupo social geralmente tem experiências de aprendizagem negativas, por isso é muito importante aumentar a sua motivação para estudar e devolvê-los ao processo educativo para os reintegrar da melhor forma possível na sociedade e no mercado de trabalho após a prisão.

A Educação em contexto prisional é o foco temático da EPALE para o mês de julho.

Visite regularmente a EPALE durante o mês de julho, para descobrir novos conteúdos!

| 29 Junho 2018

Às primeiras horas da manhã desta sexta-feira, foi conhecido o novo acordo europeu sobre a migração.

O Governo Português recentemente afirmou que "não é admissível" que todos os anos morram "milhares de seres humanos", nas rotas das migrações, "por não haver capacidade da Europa", para fazer uma gestão adequada para acolher "aqueles que carecem de proteção".

A integração destas pessoas na sociedade tornou-se um ponto-chave na agenda política da Europa.

Os novos imigrantes trazem várias experiências e competências, muitas vezes difíceis de comparar com os perfis de competências das descrições de trabalhos nos países da UE. Além disso, só muito poucos estão em condições de apresentar qualificações formais, certificados ou outros documentos semelhantes. A avaliação de competências e experiências de trabalho já adquiridas, bem como o reconhecimento de qualificações obtidas no país de origem, representam um grande desafio.

Divulgamos aqui algumas iniciativas na área da integração destes novos imigrantes nas sociedades que os acolhem.

| 08 Junho 2018

Muitos promotores de aprendizagem de adultos procuram formas de avaliar os formandos e de os ajudar a melhorar a sua própria aprendizagem. Quer precisem de avaliar a literacia e numeracia, as competências pessoais e profissionais dos adultos ou os seus formandos pertençam a grupos vulneráveis, os profissionais precisam de instrumentos para avaliação que sejam válidos, confiáveis e práticos.

É por isso que a EPALE dedica o mês de junho à recolha, em toda a Europa, de abordagens de avaliação e à divulgação de alguns dos desafios que surgem na avaliação das competências dos adultos.

Publicamos a tradução de um documento do coordenador temático da EPALE, Andrew McCoshan, que analisa algumas das principais ferramentas que a UE desenvolveu para apoiar a avaliação das competências dos aprendentes.

| 01 Junho 2018

O Ano Europeu do Património Cultural oferece uma excelente oportunidade para introduzir o património de forma a levar os cidadãos a refletir sobre os privilégios e exigências que acompanham os valores comuns da Europa. Esta oportunidade não deve ser desperdiçada.

Lembramos que a Semana Aprender ao Longo da Vida 2018 Semana ALV 2018, (22 a 26 de outubro) está associada ao Ano Europeu do Património Cultural (2018).

Publicamos excertos do documento ‘Envolvimento dos cidadãos com o património cultural da Europa: como fazer o melhor uso da abordagem interpretativa’, produzido pela organização ‘Interpret Europe’, que introduz as qualidades básicas da interpretação do património, assim como algumas do conhecimento mais recente sobre a população europeia em geral, sobre os valores e sobre as estruturas mentais. Com base nesta análise, oferece recomendações sobre como envolver os cidadãos no património cultural da Europa.

| 24 Maio 2018

A educação está no coração do desenvolvimento sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para as pessoas viverem de forma sustentável, elas precisam aprender. São necessárias certas competências-chave, valores e atitudes para enfrentar os desafios da vida cotidiana das pessoas e contribuir para a criação de sociedades sustentáveis. Mas no mundo atual em rápida mudança, onde as normas sociais, económicas e políticas estão em constante reformulação, as pessoas também precisam de reavaliar e atualizar a sua aprendizagem continuamente ao longo das suas vidas. A aprendizagem ao longo da vida pode ser um recurso crítico no apoio a indivíduos e comunidades para alcançar um avanço social e económico sustentável. Isto foi reconhecido pelas Nações Unidas no ODS 4 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o que obriga os Estados-Membros a garantir "uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e a promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos".

Divulgamos aqui a publicação “Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Objetivos de aprendizagem” (em português), publicada pela UNESCO e pela Representação da UNESCO no Brasil.

Esta publicação orienta os leitores sobre como usar a educação, especialmente a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Identifica os objetivos de aprendizagem, sugere temas e atividades de aprendizagem para cada ODS e descreve a implementação, em diferentes níveis, desde a formulação do curso até estratégias nacionais. O documento tem como objetivo apoiar os formuladores e gestores de políticas, desenvolvedores de currículo e educadores na elaboração de estratégias, programas e cursos para promover a aprendizagem para os ODS.