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Como temos vindo a divulgar vai decorrer no Brasil de 19 a 22 de Maio de 2009 a VI Conferência Internacional sobre Educação para Adultos (CONFINTEA). Em Portugal não temos conhecimento de nenhum trabalho, mas no Brasil os encontros e os documentos sucedem-se. Divulgamos nesta secção o documento base brasileiro discutido nesta última semana de Maio. O princípio é muito simples: a troca de saberes realiza-se numa base de reciprocidade aberta: relativamente a cada membro, qualquer oferta pressupõe uma procura e qualquer procura é acompanhada por uma oferta, a curto ou médio prazo. Vários estudos têm mostrado que os italianos com idades entre os 16 e os 65 anos carecem de “competências de vida”, hoje mais do que nunca essenciais devido à complexa natureza da sociedade. É o que revela numa entrevista recente Vittoria Gallina, perita italiana em educação de adultos e responsável de vários estudos nacionais e internacionais. Aida Bezerra, uma socióloga, educadora e pesquisadora Brasileira é a autora deste artigo onde dá relevo ao acontecimento educativo, caracterizando-o como espaço de socialização, valorização e aperfeiçoamento do que a sociedade sente, produz e descobre. Não mais a exclusividade do legitimado, da única fonte, do pensamento único. Timothy Ireland, Professor da Universidade João Pessoa no Brasil, escreveu esta reflexão sobre o desafio de pautar o processo educativo pela compreensão e pelo respeito ao diferente e à diversidade: ter o direito a ser igual quando a diferença nos inferioriza e o de ser diferente quando a igualdade nos descaracteriza. Intervenção de Fernanda Marques da ANOP na Conferência: "Valorizar a Aprendizagem: Práticas europeias de validação de aprendizagens não formais e informais" que, desde 1997, desenvolveram acções experimentais no âmbito do que denominam de Reconhecimento Social e Comunitário de Competências e da aplicação da metodologia de Balanço de Competências. Três movimentos franceses de educação popular lançaram um debate aberto, tendo em vista uma educação popular renovada em que se faz apelo ao aprofundamento e à difusão de métodos de troca recíproca dos saberes e de elaboração colectiva de visões do mundo, que dêem sentido à nossa acção individual.O texto de base, aqui transcrito, é da autoria de Corinne Beaudelot e Jean-Claude Lucien (“Peuple et Culture”), Anne Meyer e Joel Jamet (“Culture et Liberté”), Bruno Bourgarel e Yves Guerre (“Arc-en-ciel Théatre”).
Pode acompanhar e participar este debate em:
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des rédacteurs de Politis Antes de examinar os meios de melhorar o acesso à educação, importa considerar o que sabemos sobre a eficácia do aperfeiçoamento das competências enquanto estratégia que visa ajudar as pessoas menos escolarizadas a melhorar as suas perspectivas no mercado de trabalho. Este texto apresenta uma visão das pesquisas recentes sobre esta questão. Marinaide Lima de Queiroz Freitas que é Professora Colaboradora no Mestrado em Educação Brasileira da Universidade Federal de Alagoas no Brasil, enviou-nos esta reflexão.
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